BEIRA MAR.
É quase verão e, mais uma vez, meu coração, este moleque travesso, se confunde, se atrapalha e se desmancha frente à duas musas da Grécia Antiga. Deusas de terras e tempos distantes. Ninfas míticas.
A primeira, mais madura, bela, aparentemente carente. Vivendo das glórias passadas.
A Segunda, jovem em demasia, de uma cabeça não apenas linda, mas admirável e de grandes méritos.
Ambas de atrativos diversos e distintos, mas de mesmo sangue divinal. Sereias nos meus mares de sonhos, estrelas no céu de minh’alma. Flor e espinho. Faces de uma mesma moeda.
Nas ruínas do passado, onde está meu coração, residem seus nomes, fragmentados pelo tempo, mas ainda vivos na memória deste devoto sonhador : Bernadeth e Margareth.
É quase verão e, mais uma vez, meu coração, este moleque travesso, se confunde, se atrapalha e se desmancha frente à duas musas da Grécia Antiga. Deusas de terras e tempos distantes. Ninfas míticas.
A primeira, mais madura, bela, aparentemente carente. Vivendo das glórias passadas.
A Segunda, jovem em demasia, de uma cabeça não apenas linda, mas admirável e de grandes méritos.
Ambas de atrativos diversos e distintos, mas de mesmo sangue divinal. Sereias nos meus mares de sonhos, estrelas no céu de minh’alma. Flor e espinho. Faces de uma mesma moeda.
Nas ruínas do passado, onde está meu coração, residem seus nomes, fragmentados pelo tempo, mas ainda vivos na memória deste devoto sonhador : Bernadeth e Margareth.
1990.